Tom Jobim para Violão Solo - Daniel Murray
Considerado um dos mais talentosos violonistas de sua geração, Daniel Murray desenvolve uma ativa carreira como intérprete, arranjador e compositor. Apresenta-se como solista e em grupos de câmara no Brasil e no exterior ao lado de grandes músicos como: Paulo Bellinati, Israel de Almeida, Toninho Carrasqueira, Rogerio Wolf, Heloisa Petri, Andrea Kaiser, Joaquim de Abreu, entre outros célebres violonistas e músicos brasileiros.
Nascido em 1981, Daniel começou seus estudos musicais aos 6 anos de idade. Com 13 anos, incentivado pelo violonista José Murray, dedicou-se mais intensamente ao estudo do violão. Em 1997 conquistou o segundo prêmio no Councours International de Guitarre de Trédrez-Locquémeau na Bretanha-França, aos 15 anos de idade.
Gravou com o Trio Opus 12 de violões (Paulo Porto Alegre, Daniel Murray e Edelton Gloeden) a Suite Retratos de Radamés Gnatalli, em arranjo do próprio Radamés a eles dedicado. Lançou seu primeiro CD solo “...universos sonoros para violão e tape...”, com o patrocínio da Petrobrás, retratando o ambiente da música erudita contemporânea brasileira estreando várias obras e a ele dedicadas.
Integra, desde 2009, o Quarteto Tau de violões junto a Breno Chaves, José Henrique de Campos e Fabio Bartoloni, e formou junto ao violonista e compositor Chico Saraiva o Duo Saraiva-Murray, com quem acaba de fazer concertos pela Europa (Paris, Londres e Portugal). Em 2011, realiza pelo Proac uma turneé paulista de seu segundo trabalho, “Tom Jobim para Violão Solo”. Mestrando em música pela Unicamp, realiza também uma tourneé nacional junto ao Trio Universos, formado por Giuliana Audra (flauta) e Sergio Kafejian (eletrônica em tempo real) através do Programa Petrobrás Cultural.

Tom Jobim para Violão Solo é seu segundo disco, com produção de Paulo Bellinati, lançado agora pela Delira Música. Em sua incursão pela obra de Antonio Carlos Jobim, num repertório de 14 canções, Daniel arrancou elogios de grandes nomes do instrumento, como Fábio Zanon, Mauricio Carrilho e Oscar Castro-Neves. Em 2011, Daniel realiza pelo ProAc uma tour paulista deste disco.
“Daniel Murray é um artista irrequieto, e sua sede por novas possibilidades de expressão agora volta sua atenção sobre Tom Jobim. A música de Jobim é esbelta: material de âmbito estreito, poucos elementos minuciosamente arranjados numa forma perfeita e de atmosfera insólita. Ao contrário de tantos projetos que se apropriam de Jobim e desfiguram sua música, Daniel se rende à precisão de sua arte. Em seus arranjos e interpretações, escolhe uma sonoridade lírica e os registros e texturas exatos para que a arte de Jobim apareça mais límpida e persuasiva. É preciso maturidade para se deixar mimetizar, desta forma, a um compositor, e Daniel aqui se iguala a Jobim em sabedoria artística.”
(Fábio Zanon)
“O som está perfeito, os arranjos são de um bom gosto extraordinário! Eu nunca tinha imaginado a possibilidade de se trazer o Jobim orquestral para dentro do violão. Daniel conseguiu esse feito com maestria. Num tempo de valorização da correria desabalada, do virtuosismo gratuito e sem conteúdo, ouvir este CD me transportou para um oásis de beleza musical. O disco é música o tempo todo, sem concessão de nenhuma espécie. Pra resumir eu acho que é o melhor disco do Tom de todos os que eu ouvi...”
(Mauricio Carrilho)
“Este CD do Daniel reúne uma coleção de pedras preciosas – o repertório, os arranjos e a execução. Canções de Antonio Carlos Jobim, também violonista, incapaz de escrever uma nota feia. Os arranjos de Paulo Belinatti e do Daniel são ricos e sonoros, demonstrando o profundo conhecimento que ambos tem do instrumento e, ao mesmo tempo realçando toda a beleza da música do Tom. E, finalmente, o Daniel, violonista, ourives-mor desta joalheria – impecável artista, com uma linda sonoridade e um coração que se percebe em cada nota.”
(Oscar Castro-Neves)
FOTOS
Considerado um dos mais talentosos violonistas de sua geração, Daniel Murray desenvolve uma ativa carreira como intérprete, arranjador e compositor. Apresenta-se como solista e em grupos de câmara no Brasil e no exterior ao lado de grandes músicos como: Paulo Bellinati, Israel de Almeida, Toninho Carrasqueira, Rogerio Wolf, Heloisa Petri, Andrea Kaiser, Joaquim de Abreu, entre outros célebres violonistas e músicos brasileiros.
Nascido em 1981, Daniel começou seus estudos musicais aos 6 anos de idade. Com 13 anos, incentivado pelo violonista José Murray, dedicou-se mais intensamente ao estudo do violão. Em 1997 conquistou o segundo prêmio no Councours International de Guitarre de Trédrez-Locquémeau na Bretanha-França, aos 15 anos de idade.
Gravou com o Trio Opus 12 de violões (Paulo Porto Alegre, Daniel Murray e Edelton Gloeden) a Suite Retratos de Radamés Gnatalli, em arranjo do próprio Radamés a eles dedicado. Lançou seu primeiro CD solo “...universos sonoros para violão e tape...”, com o patrocínio da Petrobrás, retratando o ambiente da música erudita contemporânea brasileira estreando várias obras e a ele dedicadas.
Integra, desde 2009, o Quarteto Tau de violões junto a Breno Chaves, José Henrique de Campos e Fabio Bartoloni, e formou junto ao violonista e compositor Chico Saraiva o Duo Saraiva-Murray, com quem acaba de fazer concertos pela Europa (Paris, Londres e Portugal). Em 2011, realiza pelo Proac uma turneé paulista de seu segundo trabalho, “Tom Jobim para Violão Solo”. Mestrando em música pela Unicamp, realiza também uma tourneé nacional junto ao Trio Universos, formado por Giuliana Audra (flauta) e Sergio Kafejian (eletrônica em tempo real) através do Programa Petrobrás Cultural.
Tom Jobim para Violão Solo é seu segundo disco, com produção de Paulo Bellinati, lançado agora pela Delira Música. Em sua incursão pela obra de Antonio Carlos Jobim, num repertório de 14 canções, Daniel arrancou elogios de grandes nomes do instrumento, como Fábio Zanon, Mauricio Carrilho e Oscar Castro-Neves. Em 2011, Daniel realiza pelo ProAc uma tour paulista deste disco.
“Daniel Murray é um artista irrequieto, e sua sede por novas possibilidades de expressão agora volta sua atenção sobre Tom Jobim. A música de Jobim é esbelta: material de âmbito estreito, poucos elementos minuciosamente arranjados numa forma perfeita e de atmosfera insólita. Ao contrário de tantos projetos que se apropriam de Jobim e desfiguram sua música, Daniel se rende à precisão de sua arte. Em seus arranjos e interpretações, escolhe uma sonoridade lírica e os registros e texturas exatos para que a arte de Jobim apareça mais límpida e persuasiva. É preciso maturidade para se deixar mimetizar, desta forma, a um compositor, e Daniel aqui se iguala a Jobim em sabedoria artística.”
(Fábio Zanon)
“O som está perfeito, os arranjos são de um bom gosto extraordinário! Eu nunca tinha imaginado a possibilidade de se trazer o Jobim orquestral para dentro do violão. Daniel conseguiu esse feito com maestria. Num tempo de valorização da correria desabalada, do virtuosismo gratuito e sem conteúdo, ouvir este CD me transportou para um oásis de beleza musical. O disco é música o tempo todo, sem concessão de nenhuma espécie. Pra resumir eu acho que é o melhor disco do Tom de todos os que eu ouvi...”
(Mauricio Carrilho)
“Este CD do Daniel reúne uma coleção de pedras preciosas – o repertório, os arranjos e a execução. Canções de Antonio Carlos Jobim, também violonista, incapaz de escrever uma nota feia. Os arranjos de Paulo Belinatti e do Daniel são ricos e sonoros, demonstrando o profundo conhecimento que ambos tem do instrumento e, ao mesmo tempo realçando toda a beleza da música do Tom. E, finalmente, o Daniel, violonista, ourives-mor desta joalheria – impecável artista, com uma linda sonoridade e um coração que se percebe em cada nota.”
(Oscar Castro-Neves)